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Impactos da estiagem de 2020 no Rio Grande do Sul

Estiagem no Rio Grande do Sul

O Rio Grande do Sul passou por uma severa estiagem entre o final de 2019 e os primeiros meses de 2020 (até meados de abril). Com isso, o agronegócio sofreu impacto na produtividade e, consequentemente, perdas financeiras.

Causas da estiagem no RS em 2020

A estiagem que acometeu o Rio Grande do Sul em 2020 foi considerado um evento atípico. Diferentemente de outros anos, não foi causada por fenômenos vindos do Pacífico, como o La Ninã, que frequentemente é responsável pela seca na região sul.

Ao que tudo indica, uma barreira criada por sistema de alta pressão foi uma das prováveis causas que levaram o RS a passar por estiagem em 2020, conforme aponta a reportagem do portal GaúchaZH.

Especialistas explicam que as frentes frias vindas do hemisfério sul não conseguiam ultrapassar a massa de ar seco instalada sobre o estado.

Ao encontrar esta barreira, eram desviadas para o litoral gaúcho, onde também não conseguiam transformar a umidade vinda da Amazônia em chuva.

No fim, as frentes frias passavam pelo estado e iam parar no litoral da região sudeste, onde conseguiam se conectar à umidade e produzir precipitação. Por isso as chuvas ficaram concentradas no nordeste e centro-oeste do país por diversos meses.

Quais foram os impactos da estiagem no RS?

Uma reportagem publicada no final de maio pelo portal G1 aponta que a safra de soja teve prejuízos de 45% devido à estiagem neste ano. A estimativa é da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) do Rio Grande do Sul.

Em números brutos, significa que a produção foi de 10,6 milhões de toneladas de grãos, enquanto a expectativa era de 19,7 milhões.

Os impactos da estiagem do último verão também se mostraram na seca no plantio de milho e de feijão. A produção de milho teve uma redução de aproximadamente 30%, com 1,8 milhões de toneladas a menos do que o esperado. Na de feijão, a redução foi de 14%.

A produção de soja foi a mais atingida porque a estiagem a afetou na fase mais crítica do cultivo. Algumas localidades também sofreram com a falta de água para consumo humano e animal, e quase 400 municípios decretaram situação de emergência.

Como minimizar os impactos da estiagem no agronegócio?

A chegada do inverno no Rio Grande do Sul é frequentemente marcada pela elevação no índice de chuva, que ameniza os efeitos da seca. Foi o que aconteceu no estado em 2020, com a passagem de frentes frias e ciclone extratropical nos meses de junho e julho.

Entretanto, a estiagem nos primeiros meses do ano causou perdas irreversíveis nas culturas de verão, como a soja e o milho. Nesta hora, produtores podem recorrer a soluções emergenciais, como a abertura de poços artesianos e fontes.

Para evitar (ou ao menos minimizar) impactos tão severos como os que ocorreram em 2020 no RS, adotar um sistema de irrigação é a solução mais eficiente e sustentável a médio e longo prazo.

Investir em irrigação é o passo fundamental para estar bem preparado na hora de lidar com as adversidades do clima sem prejudicar a safra. Então, quem não quer mais sofrer com as consequências da seca precisa estar atento às inovações neste setor.

Para melhorar sua experiência com a irrigação, contamos com o IRRIGAT, equipamento que torna o processo muito mais ágil e eficiente, economizando mão-de-obra e tempo do produtor rural.

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